E Isso Não Será Open Data? 1

E Isso Não Será Open Data?

Não há muito Albert Díaz Mota e Mireia Siles Planas me entrevistaram para o número cinquenta e sete da revista Post do Col.legi Oficial de Bibliotecaris i Documentalistes de Catalunya, pra apresentar sobre o assunto big data. Como desejamos definir big data? Até que ponto estamos descrevendo de um fenômeno novo?

A linguagem esconde armadilhas. Há um enorme setor empresarial que leva diversos anos a gerir com os dados, e a única insinuação de que não o fazem ou não exercem é pra suspender-se e (brasil). Localiza que corporações como Damm, Gás Natural ou “la Caixa” têm perfis demográficos de qualquer um de nós, que nos têm identificados e classificados.

Se você vai a uma empresa de telefonia dá as tarifas que vêm dadas por uma pré-análise quantitativa de perfis populacionais. Há uma volumetria de detalhes espectactular. Eu acredito que existe toda uma cultura empresarial que está gerindo com dados há mais de oitenta anos e, sem demora, chegam quatro e querem ceder lições a pessoas que não tomou e nunca uma decisão sem um ponto ao lado. Em suma, eu acredito que quando falamos de big data se ama muita arrogância. O profeta digital utiliza frequentemente um tom de quem apresenta uma lição aos outros sobre isto como necessitam fazer, ou deixar de fazê-lo, e dar um tanto de raiva.

Pôr em indecisão que tenha sistemas gerais de decisão por dados, acho que é excessivo. E me pareceu enxergar, alguma vez, que quem falava de big data ameaçava os outros por não utilizar os detalhes. Isto me incomoda muito.

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Sendo assim que o big data não existe, ou no mínimo não existe como conceito novo? Estamos de acordo em que o digital gera um curso de dados outra vez. As coisas que fazíamos analogamente as fazíamos e ponto, mas já ao fazê-las, geramos um corrimento de dados desigual. “. Todavia o novo, por causa de de fatos temos muitos.

Como estão incorporando estes novos dados pra tomada de decisões? Não. Não, já que pela maioria das organizações que conheço, não existe a unidade de processamento de dados, e o detalhe digital pede procedimento. Aqui vejo algumas oportunidades. O que ocorre é que os empresários não vêem claro, em razão de há muita incoerência legal. Pensam que lhes poderá trazer problemas. E eu bem como tenho várias questões a respeito do que é interessante e o que não.

Por exemplo, eu imagino que é ilegal ter uma base de detalhes que registe opções pessoais não declaradas. Cadastre-se o nome de uma pessoa, e não ocorre nada. No entanto se eu pôr: “Eu diria que tem a aparência de homossexual”, eu terminei de me meter em problemas.