A síndrome do intestino curto é uma doença causada pela perda anatômica ou funcional de um segmento do intestino delgado. Esta perda resulta em distúrbios sérias no estado nutricional e metabólico devido à redução da superfície de absorção intestinal.
A razão mais comum da síndrome do intestino curto é a ressecção intestinal em massa por causa uma isquemia viscerais. Também poderá ser consequência de novas doenças, tais como as neoplasias intestinais, trauma abdominal, doença inflamatória crónica (Doença de Crohn), volvulus intestinal, etc
o fedelho se acrescentam outras causas, por exemplo o síndrome de intestino curto congénita e a enterocolite necrosante. Abaixo estão listadas as causas conhecidas. Ressecções repetidas na doença de Crohn. Obstrução intestinal por aderências. Ressecção ampla em enterite actínica.
Perda funcional por doença intestinal: – Doença de Crohn. Síndrome de seudoobstrucción intestinal. Anormalidades do desenvolvimento no período intra-uterino: – Atresia intestinal (yeyunal ou ileal). Formas adquiridas no período neonatal: – Volvulus. Estima-Se que a perda de mais de 70 a 75% do comprimento intestinal ou um comprimento remanescente inferior a 200 cm gera um grande risco de sofrer de uma síndrome de intestino curto. Mas, a doença não depende somente do comprimento do intestino, entretanto bem como da propriedade dos mesmos e da presença ou não de cólon.
uma Vez que diferentes áreas intestinais têm diferentes funções no aparelho de absorção intestinal, as manifestações da síndrome de intestino curto depende das áreas ressecadas ou perdidas. Tais como, no caso de ressecção do duodeno e o jejum, o fígado podes se adaptar pra responder a maioria das funções digestivas que geralmente dependem dessas áreas. Por outro lado, a ressecção do íleo, gera distúrbios digestivos permanentes, uma vez que o duodeno e o jejum não conseguem preencher suas funções convencionais. Uma vez produzida a ressecção ou perda funcional de um segmento intestinal, pode tornar-se o fracasso intestinal ou, pelo contrário, a adaptação intestinal.
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O fracasso intestinal é acordada como a inevitabilidade de fornecer injectada os elementos nutritivos ou fluidos necessários para conservar o equilíbrio nutricional ou a composição corporal. A adaptação intestinal, por outro lado, é o método que experimenta o intestino residual, que tende a restabelecer as condições nutricionais ao estado antes da ressecção. 1. Perda da área de absorção. 2. Perda de processos de transporte específicos de zonas intestinais. 3. Perda de células do sistema endócrino e suas respectivas hormonas específicas de áreas intestinais.
4. Perda da válvula ileocecal. A principal resultância de uma ressecção intestinal em massa é a perda da superfície de absorção, produzindo uma malabsorción de macronutrientes e micronutrientes, eletrólitos e água. Ressecção proximal (duodeno e jejum). Déficit na absorção do ferro, fósforo e vitaminas solúveis em água.
