Agora, há pouco mais de uma semana que em menos de 24 horas passei de “presidência” a “presidiario”. O golpe foi potente. Mas são mais fortes que as minhas convicções que suas injustiças. E é portanto que estou sereno e firme. Mais sereno e mais firme, mesmo que a primeira vez que entraram na prisão. E acima de tudo me sinto muito obrigado. Grato e reconfortado essencialmente por tantas e tantas manifestações de apoio e de solidariedade. Poder fazer o discurso e o debate de investidura, apesar de ser plenamente consciente das situações que me levaram a fazer isso, foi um extravagante honra. O debate no Parlamento tenho certeza que valeu a pena.
o tom E acho que foi o correto pra todos. Quando menos é a lembrança que me ficou. Eu reafirmo o que falou e eu insisti: faz inexistência uma saída dialógica. E uma saída dialógica não pressupõe distinguir renúncias, contudo reconhecer possíveis saídas que possam conceder vazão a tudo aquilo que a cidadania manifestou uma e de novo, de um a outro lado das urnas. Vá em avançado e vale pra definitivamente todo o mundo: a realidade não se poderá proibir, por parte de uns, nem sequer tampouco desprezar por cota de outros. Há ausência da montanha-russa e fazer a partir da política. Este foi o meu compromisso diante o plenário do Parlamento.
E exatamente o mesmo que manifestei no Supremo Tribunal federal sexta-feira 23, em algo tão, como se de uma extensão do debate de investidura se tratasse. Efetivamente foi portanto. No Supremo, o debate de investidura continuou. Com a minha exposição, entretanto essencialmente com as “réplicas” da Procuradoria, das algumas acusações -alguns são diretamente um partido de extrema-direita – e, particularmente, do juiz de instrução. E se não, que se discuta os argumentos aparentemente jurídicos do automóvel que nos levou de volta para a prisão.
Vamos por partes. Em primeiro território, chama a atenção que na observação jurídico se misturem, sem nenhum critério científico critérios de psicologia de estar por moradia. Nem nos debates parlamentares mais irreverente que tenho vivido em minha existência tenho ouvido como pretexto de autoridade algo parecido. Concretamente, o juiz instrutor admite com relação a todos e a qualquer um de nós, que “não se gosta de na sua esfera psicológica interna, um item robusto que permita apreciar o respeito às decisões judiciais”.
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Sinceramente, acho uma imprudência. Mas o pior não é isso, que agora é bastante trágico, porém o que o fundamenta, segundo ele: ter declarado inocente de que nos acusa. Uma das conquistas do Estado de direito e democrático da revolução liberal, é poder notabilizar-se inocente, sem que aja cada retaliação ou punição pelo caso de tê-lo feito. Mas o Supremo vai exatamente ao contrário: declararnos inofensivos é o que, segundo consta no auto, demonstra a nossa vontade de reiteração criminosa e nos leva para a prisão como punição.
Me parece não só muito leve juridicamente, no entanto além de tudo muito danoso do ponto de vista do respeito aos valores democráticos e os direitos humanos mais elementares. Mas a coisa não se fica nesse lugar. O mesmo juiz incorpora assim como como pretexto destaque pra entrar na prisão, que terá de “assegurar o certo regresso do governo autónomo da Catalunha”. Está pela página oito do auto de prisão incondicional e sem justo a fiança.
