Três Trabalhadores De L3 De Metro Contam A Sua Impotência Perante Os Batedores De Carteira 1

Três Trabalhadores De L3 De Metro Contam A Sua Impotência Perante Os Batedores De Carteira

Sonia, Marta a Jesus, trabalham pela linha 3 do metro de Barcelona, particularmente no trecho entre rua Passeig de Gracia e Espanha, em uma zona muito movimentada por turistas e seus predadores de colarinho branco. Há anos, suportando durante o teu horário de trabalho das investidas diárias de batedores de carteira e ladronzuelos inúmeros os passageiros do subterrâneo, mas dizem que, nos últimos meses piorou substancialmente a tua vida.

Os grupos organizados que venha diário, que conhecem perfeitamente -e vice-versa, eles assim como conhecem o pessoal de TMB-, se lhes têm encorajado e eles encaram com mais ferocidade. Denunciam a “frustração” que lhes faz viver a cada dia o mesmo deixa vú e asseguram ter sofrido imensas intimidações verbais e outras situações de perigo físico.

Os 3 se dedicam ao atendimento ao público, nas estações, e bem como para a condução de trens, alternando uma hora de cada atividade. “Nós Somos os que alertam para os passageiros, o grande-falante no momento em que vemos entrar batedores de carteira ou tocamos a buzina potente pra intimidarles”, relata Jesus, meio rindo.

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“Legalmente só são capazes de fazê-lo os da L2, que têm uma mensagem pré-gravada e poderá emitir, contudo nós, em início, não precisamos, apesar de a organização é receptiva e não nos persegue muito”, complementa. “No decorrer de uma jornada de serviço vejo entre 20 e 25 furtos”, alega Marta. “Se aviso aos passageiros e os criminosos me pegou, me ameaçam passando o polegar na garganta ou gritando insultos. Se você está perto te cospem ou se esvaziou os restos de alguma garrafa de água por cima”, denuncia.

“Se lhes chamas a atenção se gritam, fazem gestos, ficar com raiva, e diversas vezes aproximam-se cara a cara para expor-te que sair fora, para a rua, onde não há câmeras que possam protegê-lo”, diz Jesus. “O trem é pior, no momento em que você fecha portas eles resistem até conseguir o teu espólio e, se você tocar a buzina avisando, dessa forma eles se aproximam da cabine de condução e te cospem ou dar socos no vidro”, prossegue.

“às vezes não me atrevo a sair do armário, contudo se vêem acobardada é pior, visto que passam por diante vocês, chupam o vidro, dizem obscenidades e magrean durante o tempo que se olham”, explica Marta. Sua única arma é a “colocando a parecido queixa e de volta ao trabalho”. “Isso transformou-se numa situação normal, e é trabalhoso se acostumar e podes modificar o meu recinto de serviço para outro mais manso, de momento me recuso a que eles possam ser mais do que eu.

São eles os que sobram, os que necessitam sair, no entanto tudo tem um limite, e há dias que me faz insuportável”, suspira. “Frustração é a expressão. “A Cada dia eu encontro esses protagonistas durante a minha jornada de serviço, incluindo duas mulheres que denunciei e as que condenaram. Eu tenho que suportar enxergar como roubam e ainda que não acesse e nem fale frase, me insultam, similarmente, e me ameaçam, quando saio para responder a estação”, explica Sonia. Quando Marta evita enfrentar os grupos, nos conta, lhe encaram bem como os viajantes.